







O autor de todo esse lirismo marcante expresso nas letras teria completado 48 anos no último dia 23 de março se estivesse vivo. Renato Manfredini Junior, o Renato Russo, nasceu no Rio de Janeiro, em 1960. Aos 7 anos, foi morar com a família em Nova Iorque, pois o pai, que era funcionário de um grande banco brasileiro, foi transferido para trabalhar na agência daquela cidade. Nos Estado Unidos, Renato teve estreito contato com a língua inglesa.
(Renato no colo da mãe, dona Carmem)
A família Manfredini voltou ao Brasil dois anos depois, em 1969, e foi morar na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro. Renato se destacava como excelente aluno na escola, mas sempre muito tímido e calado.
Renato segurando a placa da escola, durante a temporada nos Estados Unidos
Em 1973, Renato e a família vão morar na Asa Sul, em Brasília. Ao completar 15 anos, em 1975, os médicos descobrem que Renato Manfredini tem uma doença óssea chamada epifisiólise, que em Renato, praticamente dissolveu a cartilagem do osso que liga o fêmur à bacia.
Submetido a uma delicada cirurgia, Renato recebeu o implante de três pinos de platina na bacia, e teve que ficar seis meses na cama, praticamente sem movimentos, e mais um ano e meio, até os 17 anos, se locomovendo em cadeira de rodas, praticamente sem sair de casa. Nesta ocasião, Renato leu e ouviu muita música, despertando assim a pretensão de montar uma banda de rock. O nome “Russo”, que virou sua marca artística, foi uma homenagem aos filósofos Jean-Jacques Rousseau e Bertrand Russell, cujas obras leu no período em que esteve entrevado por causa da doença óssea.
Renato só voltou a andar aos 18 anos, em 1978, mesmo ano em que o jovem Felipe Lemos, o Fê, então com 16 anos e filho de um professor da Universidade de Brasília, voltava com a família de uma temporada na Inglaterra para morar num conjunto com quatro prédios em Brasília, chamado de Colina.
Numa noite de 1978, Felipe Lemos vai com amigos a uma festa. A vitrola ecoa aos quatro ventos músicas das bandas Ramones, The Clash e Sex Pistols, as mesmas que o jovem costumava ouvir na Inglaterra. Interessado em conhecer o dono dos discos, Fê Lemos é apresentado, naquela festa estranha, a um sujeito esquisito vestido com camisa social, e que andava segurando um guarda-chuva numa mão e uma capanga na outra, Renato Russo.
Outro momento de Renato Russo na adolescência
Foi por causa dos discos de punk rock que Fê Lemos e Renato Russo ficaram amigos. Quase na mesma época, Renato Russo conheceu André Pretórius, que era filho de um diplomata da África do Sul, e andava vestido de punk pelas ruas de Brasília. Surgiu a idéia dos 3 montarem uma banda com Renato Russo no baixo, André Pretórius na guitarra e Fê Lemos na bateria; nascia a banda Aborto Elétrico.
A escolha do nome foi inspirada por um literal aborto elétrico ocorrido durante uma passeata em Brasília. A tropa de choque entrou em ação desferindo choques com as pontas dos cacetetes sobre os manifestantes. Uma moça grávida não resistiu às descargas elétricas e abortou no meio da rua, uma menina que se chamaria Fátima, e que acabou dando nome a uma música do Aborto Elétrico, que se tornou um dos maiores sucessos do grupo Capital Inicial posteriormente.
Terceiro show do Aborto Elétrico
Em 1981, o Aborto Elétrico fazia muitos shows em festas e festivais de colégios. Ico Ouro-Preto, irmão de Dinho do Capital Inicial, entrou para a banda como guitarrista, e Renato Russo assumiu a função de vocalista exclusivamente.
Fê Lemos e Flavio Lemos entraram para a banda Capital Inicial, que acabou herdando do Aborto Elétrico, as músicas ‘Fátima’, ‘Veraneio Vascaína’, ‘Ficção Científica’ e ‘Música Urbana’.

Renato como trovador solitário
Renato queria montar outra banda, e foi com o baterista Marcelo Bonfá, o guitarrista Eduardo Paraná e o tecladista Paulo Paulista que a lendária Legião Urbana teve início. A banda herdou várias músicas do Aborto Elétrico, entre as quais, fizeram sucesso ‘Química’, ‘Geração Coca-Cola’, ‘Que País é Este’, ‘Conexão Amazônica’, ‘Tédio Com um T Bem Grande Pra Você’ e ‘Ainda é Cedo’. A primeira apresentação do grupo foi na cidade mineira de Patos de Minas, em 5 de setembro de 1982, no festival Rock no Parque. Foi a única apresentação de Eduardo Paraná e Paulo Paulista, que deixaram a Legião Urbana logo depois.
O guitarrista Ico Ouro-Preto passou a integrar a Legião Urbana, porém, a falta de uma seqüência fixa de ensaios e o medo de palco o fizeram deixar a banda antes da primeira apresentação em público, que seria na Temporada de Rock Brasiliense.
Depois de uma incessante procura por um novo guitarrista, chegava Dado Villa-Lobos, que já tinha um grupo chamado Dado e o Reino Animal. Estava formada a Legião Urbana, com os integrantes que tanto ficou conhecida: Dado, Renato e Bonfá.

A famosa e inesquecível formação
Em julho 1983, a Legião faz um show no Circo Voador, no Rio de Janeiro. Após a apresentação, que foi um marco na história da banda, a Legião é convidada para assinar com a gravadora EMI. O baixista Renato Rocha, o Negrete, entra para a banda em 1984, quando começam as gravações do primeiro álbum.
O disco 1, Legião Urbana, é lançado em 1 de janeiro de 1985, e a música ‘Ainda é Cedo’ é a primeira a ser tocada nas rádios FM de norte a sul do Brasil. As músicas ‘Será’ e ‘Por Enquanto’ são outros grandes sucessos do primeiro trabalho da Legião.

A nova formação de 1984, com o baixista Renato Rocha
Ainda em 1985, começam as gravações do segundo disco, que teria o nome “Mitologia e Intuição” e seria um álbum duplo, mas, como a gravadora não concordou, o trabalho foi lançado só com um disco, em 1986, sob o título “Dois”, que é a segunda marca de maior venda da Legião, com 1,2 milhão de cópias. As músicas ‘Tempo Perdido’, ‘Índios’, ‘Quase sem Querer’ e ‘Eduardo e Mônica’ são os grandes sucessos desse segundo trabalho da Legião. Nessa época, a banda quase acabou.
Passada a fase de quase dissolução do grupo, começam as gravações do terceiro disco, Que País é Este, que foi lançado em 1987 e é o disco da Legião considerado mais punk , já que das 9 músicas do trabalho, 7 eram da antiga banda Aborto Elétrico.

Momento em que Renato Russo é agarrado pelo pescoço durante o show em Brasília
O show continuou e uma bomba foi jogada no palco. A Legião Urbana abandonou a apresentação antes do fim e o público ficou furioso. Outras bombas foram jogas no palco e teve início um quebra-quebra generalizado no estádio. Em meio ao caos, o saldo foi de 385 atendimentos médicos. O governo do Distrito Federal moveu um processo contra a Legião Urbana.

O tumulto no estádio Mané Garrincha, em 1988
Renato Russo não gostava das apresentações ao vivo, principalmente com a presença de grandes platéias, e era contra o trocadilho com o nome da banda (Religião Urbana) feito pelos fãs.
A banda novamente sem Renato Rocha e …
num registro da década de 90
O álbum foi lançado em 1989, mesmo ano em que Renato Russo descobriu ser portador do vírus da AIDS, em pleno auge da carreira. O disco aborda temas como a própria AIDS, na música ‘Feedback Song for a Dying Friend’, o homossexualismo, em ‘Meninos e Meninas’, e ainda expressa a tradicional crítica tão característica nos trabalhos da Legião, na música ‘1965 Duas Tribos’.

A foto do disco ‘A Tempestade’: montagem com uma imagem antiga de Renato Russo
Ao fim das gravações de ‘A Tempestade’, em junho de 1996, Renato se isolou em seu apartamento, em Ipanema, no Rio de Janeiro, muito debilitado por uma forte pneumonia.
No dia 11 de outubro de 1996, pesando 45 quilos, morria Renato Russo, um dos maiores letristas e cantores do rock brasileiro. Seu corpo foi cremado no dia seguinte, no Cemitério do Caju, e as cinzas jogadas no jardim do sítio do paisagista Roberto Burle Marx. Onze Dias depois da morte de Renato, em 22 de outubro, Dado e Bonfá anunciavam o fim da Legião Urbana.

Após a morte de Renato Russo, foram lançados o Acústico MTV Legião Urbana, em 1999, e mais 4 discos com gravações anteriores a 1996, além da coletânea Música para Acampamentos, lançada em 1992. Existem ainda 8 discos solo de Renato Russo.
Renato deixou um filho, Giuliano Manfredini, que hoje tem 19 anos e mora com os avós paternos em Brasília. O rapaz foi fruto de uma rápida relação entre o cantor e uma fã que, segundo os pais de Renato Russo, morreu num acidente de carro, em 1990.

Com o filho Giuliano Manfredini
O filho de Renato Russo em foto de 2006, aos 17 anos: guitarra como hobby e planos de estudar Direito
O veterano cineasta Antônio Carlos da Fontoura está dirigindo um filme Sobre a Legião Urbana, “Somos Tão Jovens”, que tem o lançamento previsto para o final de 2008, ou no decorrer de 2009.
A Legião Urbana ainda é o terceiro maior grupo musical da gravadora EMI em venda de discos por catálogo em todo o mundo hoje em dia. São 13 discos que ultrapassam as 19 milhões de cópias vendidas, o que dá uma média de cerca de 200 mil cópias por mês. Uma marca que, sem dúvida, dá à Legião Urbana do eterno trovador solitário Renato Russo, o título de maior banda brasileira de rock em todos os tempos.
Paixão afeta cérebro como droga que vicia, diz estudo…
Apaixonar-se tem um efeito semelhante ao provocado por drogas que viciam, de acordo com um estudo realizado pela Universidade Estadual da Flórida e publicado na revista Nature Neuroscience.

Segundo os pesquisadores, a dopamina, que estimula os centros de bem-estar do cérebro, colabora para que um tipo de roedor, usado no estudo, se mantenha fiel a seu par. No caso, a substância é liberada depois do acasalamento. O animal, o arganaz-do-campo, é conhecido por manter laços duradouros com seus parceiros.
A dopamina desempenha um papel-chave ao atrair as pessoas de volta a fontes de prazer, tais como alimentos saborosos, e também mantém uma pessoa viciada em heroína ou cocaína.
Saber Amar
É muito bom aprendermos a valorizar o que realmente sustenta a vida a dois – o amor. Pois, as colunas que elevam e sustentam o casamento são as palavras, gestos e atos de amor.
Antes de tudo, precisamos escolher amar sempre. Escolher encher nossa vida de amor. Escolher caminhos que revelem, em todo seu percurso, o poder do amor como princípio de vida. Aliás, a própria escolha, em si mesma, é uma evidência de que nossa vida é regida pelo amor de Deus.
Contudo, não esqueçamos o fato de que, quando o apóstolo João definiu o próprio Deus em Sua essência como amor (I João 4:8), deixou bem claro que o amor além de ser um substantivo, é também verbo (João 1:1). Por isto, Benjamim Shield disse: “O melhor discurso é a ação”. Por sua vez, Richard Carlson afirmou: “Verdadeiras escolhas amorosas exigem verdadeiros atos de amor” – Os Caminhos do Coração, p. 19.
Todos os dias, as oportunidades e as possibilidades de desenvolvermos nossa capacidade de amar são inúmeras. Começam no momento que acordamos. Por exemplo: quando elevamos a mente a Deus em oração na brisa do amanhecer; quando acordamos o cônjuge sussurrando que o amamos e beijamos suas mãos, suas costas e seu rosto; quando saudamos a vida com alegria. Assim, já começamos o dia escolhendo o amor.
Ainda que não tenhamos motivos, uma vez que o verdadeiro amor, mais do que um sentimento, é um princípio, saúde a vida cada dia, com mais amor.
Podemos perceber facilmente que um dos grandes desafios do amor na vida a dois, é trocar a lógica do “vou amar quando…” (amor condicional), pelo princípio do amor incondicional “vou amar sempre.” A nossa tendência natural é amar as pessoas e a vida quando são ou estão do jeito que queremos. Por exemplo: quando o cônjuge nos trata muito bem, quando os filhos se comportam e fazem coisas que nos causam orgulho, quando os sogros ficam do nosso lado,quando os colegas de trabalho nos ajudam, quando a vida está em tudo sorrindo para nós, inclusive a arrumação da nossa casa.
Eu amo um amigo (a) !
Se apaixonar já é uma coisa difícil por natureza. Exige coragem! Pra se declarar, correr atrás e mostrar para o outro que está a fim. E tem mais um problema: Quando gostamos de alguém temos a tendência de achar que a pessoa está dando mole pra gente. Qualquer sorriso ou piscadinha parece um sinal ou algo diferente.
Agora, imagina se a pessoa que você está a fim é seu melhor amigo (a)!!!
Complicado. Com amigo é mais fácil ainda confundir as coisas. A não ser que a gente pergunte, nunca saberemos se aquele carinho ou atenção especial é coisa de paixão ou de amizade. Mas esse é só o lado ruim.
O lado bom é, justamente, a história que já existe entre vocês. Ninguém é amigo à toa, mas sim porque existem interesses e objetivos parecidos, confiança e gostos similares. Poucas pessoas são tão indicadas quanto os amigos (as) pra se tornarem nossos namorados (as).
Mas o negócio é delicado porque, se o interesse não for de ambas as partes, há grandes chances de não rolar nada e, pior, a amizade acabar. Deve ser por isso que é tão difícil gostar de um amigo (a).
Agora, verdade seja dita: quando a gente está mesmo a fim de alguém somos capazes de qualquer coisa, até mesmo de abrir mão de uma boa amizade. Mesmo porque, ficar ouvindo lástimas de outro amor do nosso amor não é saudável.
Quer saber? Se joga! Vai ficar aí sofrendo, guardando sentimento bom só pra você? Quem sabe a outra pessoa não está apenas esperando uma abertura sua? O “não” é uma resposta que sempre estará garantida. A gente sempre tem que arriscar pra tentar ouvir o “sim”.
Se você decidiu começar e não sabe por onde, a gente dá a dica: Em vez de olhar no olho, olhe pra boca da pessoa enquanto ela fala. Sempre que rolar uma oportunidade, dê uma encostada, um abraço, um carinho. Quando puder, chame o amigo (a) pra sair. Só vocês dois. Mas vá devagar. Aproveite a paquera. Se não der certo, pelo menos, você se divertiu e treinou o flerte.
O ser humano trabalha quando cria a vida ou melhora as condições de vida. O trabalho transforma a natureza para obter sustento e bem-estar, criando entre as pessoas as relações sociais que marcam o cotidiano. No entanto, às vezes o trabalho é algo penoso, forçado, um esforço obrigatório, pouco reconfortante. Isso pode ser percebido na origem da palavra trabalho, que vem do latim tripallium, o nome de um instrumento com o qual se castigavam os escravos no tempo do Império Romano.
O trabalho hoje
O que chamamos de trabalho hoje?
- O esforço do ser humano para sobreviver. Trabalho é meio de sobrevivência.
- A atividade produtiva assalariada, definindo as pessoas como produtivas (assalariadas) ou improdutivas (crianças, idosos, doentes, aposentados, pensionistas, desempregados).
- As atividades ligadas aos serviços sociais de comércio, lazer, segurança, saúde, educação etc.
A sociedade está assim dividida em classes. Os trabalhadores que recebem remuneração pela força de trabalho estão na base.

O trabalhador… sempre!
Trabalhador também se chama operário, que vem de opera em latim, isto é, obra. Nada mais emocionante do que parar para ver um trabalhador em atividade: o calceteiro que examina a pedra para descobrir seu “rosto”, antes de assentá-la; o carregador que retesa os músculos e faz uma verdadeira ginástica para colocar o fardo na cabeça; o pedreiro que nivela o reboco com capricho; o ferreiro que sabe dosar a martelada para dar à peça a forma desejada; a cozinheira que coloca o tempero na medida certa e mexe e remexe a comida na panela; a agilidade da rendeira; a habilidade da bordadeira; a delicadeza da ceramista… São gestos belos, dignos e criativos. É a dignidade do trabalho que transforma e dá mais valia às coisas da natureza, enobrecendo e dignificando a própria pessoa que trabalha. Isso se refere a todo tipo de trabalho, tanto manual como artístico, científico, técnico etc.
Não trabalhe somente para ganhar dinheiro, trabalhe para viver a vida! Algumas pessoas só querem ganhar dinheiro, não trabalhe para o dinheiro, trabalhe para a vida. Viva seu momento, que seja legal ou ruim.
Chore, sorria e princeipalmente acredite em Deus.
Fabin Stuart.
A W/Brasil foi capaz (como sempre), através desta campanha, de fazer entender que o ”Serenata de Amor” não é um chocolate e sim uma fórmula que inicia e consolida paixões. As campanhas deste bombom sempre reforçam a importância e a simbologia de se presentear o ser amado com um “Serenata de Amor”. Desta vez apresentou-se o produto como sendo o responsável pela proliferação do amor e a consolidação dos relacionamentos amorosos.
O produto poderia ser apresentado como mais um chocolate, mas decidiu-se fazer diferente. O que a W/Brasil quis dizer foi que o “Serenata de Amor” pode ser responsável pelo sucesso do seu relacionamento. E dizer isso às vesperas do Dia dos Namorados tem grandes chances de gerar um feedback positivo, com o aumento do consumo.
A campanha estreou ontem e pretende contribuir para o aumento das vendas durante o período que antecede o Dia dos Namorados.
As calorias do álcool se acumulam mais na linha da cintura do que as outras? Isto não está tão claro.
Em geral, beber causa ganho de peso primordialmente porque o álcool reduz a velocidade da habilidade do corpo de queimar gordura para obter energia, sem mencionar que aumenta o apetite. Os efeitos do álcool na barriga são complicados, mas estudos mostram de maneira clara que a cerveja, vinho e outras bebidas afetam mais a barriga de adultos que bebem esporadicamente do que em pessoas que bebem regularmente, mas em pequenas quantidades.
Em um estudo publicado no The Journal of Nutrition, um grupo de cientistas acompanhou mais de 2.300 pessoas (consumidores de álcool e não-consumidores) e descobriu — depois de controlar um número de variáveis — que aqueles que costumavam beber um único drinque por dia possuíam os menores níveis de gordura abdominal. Aqueles que bebiam ocasionalmente, mas tomavam quatro ou mais doses por vez, possuíam os maiores níveis. Diversos estudos mostraram resultados similares.
Uma teoria é de que beber regularmente aumenta a quantidade de enzimas que quebram as moléculas do álcool. Mas são necessários mais estudos.
CONCLUSÃO
Beber moderadamente não parece aumentar a gordura abdominal. Beber excessivamente, talvez.
oa gargalhada faz bem para a mente e para o corpo, incluindo o sistema cardiovascular e o sistema imunológico, o que reforça nossas defesas contra as doenças infecciosas.

RÁ, RÁ, RÁ – Rir é bom e todo mundo sabe. Mas, mais que isso, rir faz bem para a saúde – física e mental. Isso porque, além de ativar diversas partes do organismo, rir é um ato social.
E este tipo de manifestação é tão natural e corriqueira que raramente alguém questiona os motivos de uma gargalhada ou suas conseqüências.
Fato é que, para rir, o ser humano gasta energia e faz o cérebro e, conseqüentemente, o corpo trabalharem muito. Para dizer pouco, uma boa risada só é possível graças a ação de circuitos neurais, sistemas sensorial, motor e límbico, cerebelo, hipocampo e lobo frontal, dependendo dos estímulos.
De acordo com um vasto estudo desenvolvido pela biomédica Silvia Helena Cardoso, do Núcleo de Informática Biomédica (NIB) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), o ser humano tem duas maneiras básicas de desencadear o riso: uma por motivos sociais (quando está em convívio com outros da mesma espécie); e outra, por razões cognitivas (a capacidade de compreensão de piadas, filmes etc. e a capacidade de lembrar de fatos).
A área do cérebro responsável por sensações como a felicidade é o sistema límbico (região intermediária, que responde pelas emoções em geral). Mas é no neocórtex, morada de sensações cognitivas como a memória, a visão, a audição e a percepção, que fica o humor do ser humano.
História
Desde recém-nascido, o homem tem a capacidade de rir. "Entretanto, esta é a expressão motora do riso" , explica Sílvia. "Mesmo um cego congênito, que nunca viu ninguém rir, tem a mesma expressão do riso, pois o mecanismo já vem pronto. E o que vai fazer as pessoas rirem por motivos e de maneiras diferentes será o ambiente" , completa.

Segundo a pesquisadora, acredita se que a verdadeira origem do riso sejam as brincadeiras dos primatas, como as "brigas amigáveis" .
Apesar de terem o córtex bem menos desenvolvido que o do ser humano, os animais também possuem a capacidade social e motora de rir. "Eles não têm a característica cognitiva, que também pode não existir em um ser humano com lesões no córtex" , afirma Sílvia. "Mas também riem e até têm vocalizações iguais ao do riso humano."
Estímulos
O riso é contagiante. Quando uma pessoa ri, normalmente desencadeia a mesma expressão em outras de seu grupo. E isso ocorre porque o cérebro desenvolveu, ao longo da evolução humana, um mecanismo pré-programado de detecção. "O neurocientista Robert Provine sugere, em seus estudos, que temos um dispositivo cerebral detector do riso, uma rede neural que percebe quando uma outra pessoa está rindo e diz que você deve rir junto" , diz Sílvia.

As cócegas provocam o mesmo tipo de riso, pois também dependem da relação social, ou seja, da interação do homem com outro de sua espécie e do cérebro com o ambiente. "Precisamos de um estímulo externo para sentir cócegas. E esse estímulo precisa ser físico" , afirma a neurocientista.
Ao sentir o toque, o ser humano manda essa informação ao cerebelo. E ele é quem vai predizer as conseqüências do movimento. O sistema sensorial interpreta a ação e avisa o sistema motor que é hora de mexer a barriga, contrair os músculos e rir à vontade.
"Quando você faz cócegas em você mesmo, o cerebelo tem a capacidade refinadíssima de entender de onde está vindo este estímulo sensorial e dar a resposta da indiferença assim como daria a resposta do riso a um estímulo externo."
Anatomia
Rir faz bem não só para a mente e para a alma. Rir faz bem para o organismo.

As contrações dos músculos da parede torácica, abdome e diafragma fazem aumentar o fluxo sangüíneo dos órgãos internos e isso pode causar uma sensação agradável durante o ato de rir. "É uma reação típica mexermos a barriga enquanto rimos. Alguns estudos sugerem que esse movimento é como uma massagem nos órgãos internos e, por isso, um dos lados beneficiados pelo riso é o fisiológico" , diz Sílvia.
Outro motivo de o riso propiciar uma sensação de bem-estar e conforto é o fato de o sistema cardiovascular ser ativado enquanto rimos. "Ocorre o aumento da freqüência cardíaca e da pressão arterial. Posteriormente, a vasodilatação das artérias causa uma queda da pressão, que é benéfica principalmente para pessoas hipertensas."
Apesar de contrairmos alguns músculos, a tensão muscular geral diminui enquanto rimos. Em alguns casos, essa diminuição é tão significativa que pode fazer a pessoa perder o controle sobre os membros e "ficar mole de tanto rir" . "Há casos de quem precise sentar ou até mesmo caia no chão de tanto rir. Isso é reflexo desse relaxamento e perda de controle" , afirma a pesquisadora.
O riso é acompanhado de um considerável aumento da entrada de oxigênio e saída de dióxido de carbono. Por isso, é ideal que as vias aéreas estejam desobstruídas. Como o cérebro já é programado para isso, é comum as pessoas jogarem a cabeça para trás quando riem. Inconscientemente, elas estão trabalhando para liberar as vias respiratórias.
Essas e outras reações inerentes ao ato de rir têm explicações científicas, biomédicas.
Por que muitos ficam vermelhos quando riem? Segundo Sílvia e uma vasta literatura, o ato de rir provoca o aumento da vasodilatação. "A jugular fica parcialmente bloqueada por uma forte contração dos músculos do pescoço e isso impede o retorno venoso. As artérias da face se dilatam, propiciando então uma abertura maior para o fluxo sangüíneo, o que é bom para o organismo" , explica a biomédica.

Segundo ela, alguns estudos mostram que o riso reflete até mesmo no melhor funcionamento do sistema imunológico, aumentando a produção de células que trabalham contra infecções e fazendo crescer a produção de endorfinas. "Não é o que dizem? Que rir é o melhor remédio? Pois é, realmente."
Extremos
O riso é capaz de fazer as pessoas chegarem a alguns extremos. Muita gente já "quase fez xixi na calça de tanto rir" , certo? Ou fez. E esse é um extremo, diz Sílvia.
Isso ocorre porque, com o riso excessivo, o cérebro pode perder o controle do esfíncter urinário, uma espécie de válvula do corpo humano que segura a urina. "É como no caso da perda de controle do tonos muscular, que faz a pessoa cair no chão: aqui, o cérebro não consegue dominar o esfíncter. E aí a pessoa faz xixi na calça mesmo."

Outro extremo é o que se convencionou chamar de "ataque de riso" . É preciso explicar, porém, que os estudiosos do assunto usam esse termo somente para casos patológicos.
Ou seja, as gargalhadas – por mais que possam durar – não configuram um "ataque" , pois precisaram de um estímulo social ou cognitivo para existirem. Elas são um tipo de riso comum, só que mais longo, esclarece Sílvia. São provocadas por estímulos, ainda que só uma pessoa de um mesmo grupo os perceba.
Já o "ataque de riso" ocorre quando há danos nos circuitos neurais, responsáveis pela expressão motora do riso. "Nesses casos, a pessoa não ri por causa de um estímulo, mas sim porque não tem controle neural e motor sobre o riso."
Todos sabemos que o medo é uma reação protetora e saudável do ser humano. O medo "normal" vem de estímulos reais de ameaça à vida. A cada situação nova, inesperada, que representa um perigo, surge o medo. Mas e quando tudo tem causado medo e não conseguimos agir?

Todo mundo teme algo – assaltos, aviões, doenças, dentistas, solidão, entre outras coisas. Claro que a intensidade do medo é intensificada pelo histórico de vida de cada um. Portanto, diante de nossos pavores, só nos restam duas alternativas: lutar ou fugir.
Em princípio, lutar pode ser uma reação positiva. Isso não quer dizer que fugir seja uma reação negativa. Tudo depende da situação e é preciso reconhecer os próprios limites. Quando há uma situação de ameaça real à sua vida, o medo não é uma reação patológica, mas de proteção e autopreservação.
O mesmo não acontece quando estamos sob o domínio do pânico e o medo passa a tomar conta de nossa consciência. Quando em pânico, a pessoa nem foge nem enfrenta, mas fica paralisada e sem controle. Nesses casos, deve-se buscar a sua origem para conseguir agir.
Situações reais de perigo exigem discernimento, mas o medo irracional, sem causa real, deve ser enfrentado. Nosso inconsciente não diferencia fantasia de realidade. Por isso, ficar pensando em todas as vezes que não conseguiu, ou ainda, que nem adianta começar, baseando-se nas experiências anteriores negativas, fará com que sua mente reaja de acordo com esse pensamento, pois o medo nasce da associação que nossa mente estabelece com essas experiências, sem discernir que não ocorrerão mais. Sua mente não sabe distinguir o que é passado e presente, realidade e fantasia. E se esse seu pensamento continuar presente, sua mente irá acreditar nele como real.
Como surge o medo?
Além dos perigos iminentes e reais, nossos temores podem aparecer por causa das associações que fazemos ao longo da vida. Por exemplo, uma criança que teve sua casa destruída durante uma tempestade pode sentir-se ameaçada por uma tragédia toda vez que chover intensamente. Querendo ou não, sua mente fará essa relação. Ou pessoas que passaram por muitas privações quando crianças e que não tinham o que comer, ou "brigavam" com os irmãos pela comia, podem desenvolver uma tendência de comer exageradamente, como se sentissem, ainda que inconscientemente, medo de passar fome novamente ou então para compensar aquilo que não tiveram.

Isso pode ocorrer. Nossa mente inconsciente é atemporal: não tem passado nem futuro. É como se tudo estivesse sendo vivenciado no momento presente. Não há discernimento do que aconteceu, o passado e o presente se misturam. O medo de que não vai conseguir é muito comum e acaba interferindo diretamente na auto-estima, no amor-próprio e na autoconfiança. Uma pessoa que não age por medo de não conseguir, não acredita em sua capacidade e, assim, está perdendo também a oportunidade de reverter todo esse quadro.
Pode ainda haver o medo de aumentar mais o peso e, assim, ter problemas de saúde, sobrecarregar os órgãos, medo esse por motivos concretos que podem estimular muitos a mudar seus hábitos em busca de uma melhor qualidade de vida. Se você consegue, ao menos, pensar que pode enfrentar a situação, já é um progresso. Mas, e quando nada conseguimos fazer, a não ser sentir medo?
Quando alguém diz que não consegue, que vai desistir porque sabe que não irá conseguir, geralmente são pessoas que estão com a auto-estima muito baixa e que se amam muito pouco ou não se sentem capazes de cuidar de si mesmas. Querem fórmulas mágicas, resultados imediatos. Querem o impossível, pois assim fica mais fácil justificarem para si mesmas que irão desistir por medo.

Procure descobrir o que o medo simboliza para você, o que ele representa, pois, quanto mais o negamos, mais poderoso ele se torna. Explore seu medo, descubra o que está por trás dele. Se tiver dificuldade para fazer isso, busque ajuda profissional. A pessoa mais prejudicada nesse processo todo é você mesma. Por isso, arregace as mangas e trabalhe contra tudo isso, sem pensar em desistir. Afinal, ou o medo controla você ou você o controla. Qual você prefere?
Enquanto a ONU posiciona soldados em florestas no leste da República Democrática do Congo para remover rebeldes ruandeses que se instalaram na região desde 1994, um homem armado com um sistema portátil de rádio tenta convencer os insurgentes a voltar para casa usando uma combinação de persuasão e música.
As FDLR (sigla para Forças Democráticas para a Libertação de Ruanda) reúnem rebeldes da etnia hutu que habitam as florestas do vizinho Congo desde o período do genocídio no qual, acredita-se, alguns teriam participado. Escondidos na mata junto com outras milícias, os rebeldes continuam a ameaçar a estabilidade da região.

A missão do DJ Sibilondire, de 36 anos, é convencê-los a ir para casa. Todos os dias às 5h da manhã, em uma choupana em North Kivu, no topo de uma montanha, Michel Sibilondire monta um pequeno transmissor de rádio da ONU e inicia sua programação. Quando o aparelho começa a funcionar depois de muito esforço, ele aponta sua antena na direção de árvores ainda cobertas de neblina à distância.
“A um quilômetro daqui você começa a vê-los (os rebeldes) sozinhos ou em pares”, explica. “E se você continua por cerca de 30 quilômetros, vai chegar ao lugar onde as FDLR vivem há anos.”
Sibilondire é conhecido entre os rebeldes pelo nome Mike India. Ele transmite em quatro línguas. Alterna sucessos pop do Congo e de Ruanda com música country americana e notícias sobre os últimos desdobramentos do programa de desmobilização da ONU.
O DJ foi contratado pela ONU para ser o que ele chama de “apresentador de rádio para a paz” em 2006, depois de vivenciar uma década de conflito ao lado da esposa e de seus dois filhos. A “rádio da paz” existe há quatro anos. É difícil quantificar seu sucesso. Calcula-se que mais de 5 mil rebeldes das FDLR tenham retornado a Ruanda nesse período. Mas os indícios são de que os 7 mil que continuam na região não serão bem-vindos no Congo por muito mais tempo. Por isso, a mensagem de Mike India hoje em dia é mais direta – volte para casa ou você será morto.
ONU
No início do ano, o Conselho de Segurança da ONU exigiu que os membros das FDLR e de outros grupos armados ruandeses no Congo deponham as armas “imediatamente” e se entreguem para repatriação para Ruanda. Segundo a decisão do conselho, se houver atraso, os soldados da ONU estão autorizados a “usar todos os meios necessários” e apoiar as operações dos militares congoleses para remover os ruandeses à força. O Exército já vem posicionando tropas na região de North Kivu em preparação para a batalha contra as forças rebeldes. Mike India tem esperanças de que a situação não chegue a esse ponto.
“É impossível tirar as FDLR da República Democrática do Congo pela força”, ele diz. “Não vai dar certo. Isso vai ser muito ruim para o povo congolês.”

O homem que lidera o programa de desmobilização da ONU no país, Philip Lancaster, não discorda. Lancaster diz que a falta de profissionalismo do Exército congolês – que lutou ao lado das FDLR no passado – vai dificultar a proteção dos civis durante uma ação militar.“Por causa da forma integrada como as FDLR se instalaram nas comunidades congolesas, os tipos de medidas que precisam ser tomadas são mais de natureza policial do que militar”, explica. Ele acredita que o problema principal é o medo, “tão enraizado em suas mentes que achar uma forma de vencê-lo é um desafio real”.
“Eles estão convencidos de que se voltarem para Ruanda vão ser mortos, presos ou humilhados.”
Se os rebeldes participaram do genocídio, terão de enfrentar a Justiça de Ruanda – mas acredita-se que o número dos que realmente cometeram crimes não passe de uma dúzia, já que a maioria dos rebeldes atuais era criança em 1994.
Reconstrução
Por isso, as transmissões de Mike India são repletas de mensagens tranqüilizadoras sobre paz, segurança e o pacote de desmobilização, que envolve dinheiro, treinamento profissional e outras formas de suporte básico. De vez em quando, ele anuncia o número do seu celular. Entre 1h e 4h da manhã – quando as ligações são gratuitas – seu telefone é inundado de ligações ou mensagens de texto. Alguns rebeldes querem saber onde se entregar. Outros reclamam do atual presidente de Ruanda, Paul Kagame, um ex-líder rebelde da etnia tutsi. Alguns ligam para pedir uma música.
“Olá, Mike India!”, diz um texto. “Estamos com as FDLR – sou capitão em Rusamambo. Quando Deus quiser, estaremos prontos para retornar a Ruanda.”

Convencer os rebeldes a depor as armas é uma questão de confiança, e os apelos pessoais parecem funcionar melhor. Mas o processo é lento – apenas um ou dois ex-combatentes transitam pelos campos de passagem da ONU diariamente. Mike India sabe que não tem muito mais tempo. À medida que se acentuam as tensões com o posicionamento de tropas na região, o DJ intensifica seu trabalho. Ele transmite pelo menos dez horas por dia e dorme ao lado do transmissor.
“Estou trabalhando para convencê-los”, ele diz, depois de se despedir e desligar o gerador, às 10h da noite. “Esta é a minha contribuição para a reconstrução do país.”
O Dr. James Watson, premiado com o Nobel de Medicina em 1962 por ter descoberto a estrutura do DNA, declarou num documentário da TV Britânica, que a burrice é genética e deveria ser curada.
Watson afirma que as pessoas com coeficiente intelectual baixo que não têm nenhum distúrbio mental, sofrem de uma desordem transmitida hereditariamente.
O egrégio professor foi um dos impulsores do Projeto Genoma Humano, a iniciativa internacional para decifrar o chamado "mapa da vida ", o que lhe confere credibilidade a suas afirmações.
"Ser burro é uma doença, é um erro associar a lentidão na aprendizagem a uma situação de pobreza ou a problemas familiares, já que é mais provável que exista uma causa genética que pode e deve ser corrigida ", declarou o pesquisador de 75 anos, um defensor do uso da engenharia genética no aperfeiçoamento da raça humana.

Quanto à questão da inteligência ele sugere: "Os cientistas têm de desenvolver tratamentos genéticos e fazer exames pré-natais para prevenir o nascimento de crianças burras, é injusto que as pessoas não tenham as mesmas oportunidades (de ser inteligentes). Uma vez que se disponha de um método para melhorar nossas crianças, ninguém pode evitar sua aplicação. Seria burro não usá-lo ".
Curando a burrice e a feiúra
E vai mais longe, assim como no caso da inteligência, a engenharia genética também deve ser aplicada aos genes da beleza . "As pessoas dizem que seria terrível a possibilidade de conseguir que todas as meninas fossem bonitas . Eu acho que seria fantástico ", opinou.

Com comentários tão polêmicos, ele foi criticado por alguns colegas. Tom Shakespeare, especialista em Bioética da Universidade de Newcastle, no nordeste da Inglaterra, afirmou que James Watson "está falando em alterar algo que a maioria das pessoas vê como normal na variedade humana e isso é errado" . Na opinião de John Sulston, responsável pela parte britânica do Projeto Genoma, o professor entrou "numa área extremamente perigosa ".