Paixão afeta cérebro como droga que vicia, diz estudo…
Apaixonar-se tem um efeito semelhante ao provocado por drogas que viciam, de acordo com um estudo realizado pela Universidade Estadual da Flórida e publicado na revista Nature Neuroscience.

Segundo os pesquisadores, a dopamina, que estimula os centros de bem-estar do cérebro, colabora para que um tipo de roedor, usado no estudo, se mantenha fiel a seu par. No caso, a substância é liberada depois do acasalamento. O animal, o arganaz-do-campo, é conhecido por manter laços duradouros com seus parceiros.
A dopamina desempenha um papel-chave ao atrair as pessoas de volta a fontes de prazer, tais como alimentos saborosos, e também mantém uma pessoa viciada em heroína ou cocaína.
Saber Amar
É muito bom aprendermos a valorizar o que realmente sustenta a vida a dois – o amor. Pois, as colunas que elevam e sustentam o casamento são as palavras, gestos e atos de amor.
Antes de tudo, precisamos escolher amar sempre. Escolher encher nossa vida de amor. Escolher caminhos que revelem, em todo seu percurso, o poder do amor como princípio de vida. Aliás, a própria escolha, em si mesma, é uma evidência de que nossa vida é regida pelo amor de Deus.
Contudo, não esqueçamos o fato de que, quando o apóstolo João definiu o próprio Deus em Sua essência como amor (I João 4:8), deixou bem claro que o amor além de ser um substantivo, é também verbo (João 1:1). Por isto, Benjamim Shield disse: “O melhor discurso é a ação”. Por sua vez, Richard Carlson afirmou: “Verdadeiras escolhas amorosas exigem verdadeiros atos de amor” – Os Caminhos do Coração, p. 19.
Todos os dias, as oportunidades e as possibilidades de desenvolvermos nossa capacidade de amar são inúmeras. Começam no momento que acordamos. Por exemplo: quando elevamos a mente a Deus em oração na brisa do amanhecer; quando acordamos o cônjuge sussurrando que o amamos e beijamos suas mãos, suas costas e seu rosto; quando saudamos a vida com alegria. Assim, já começamos o dia escolhendo o amor.
Ainda que não tenhamos motivos, uma vez que o verdadeiro amor, mais do que um sentimento, é um princípio, saúde a vida cada dia, com mais amor.
Podemos perceber facilmente que um dos grandes desafios do amor na vida a dois, é trocar a lógica do “vou amar quando…” (amor condicional), pelo princípio do amor incondicional “vou amar sempre.” A nossa tendência natural é amar as pessoas e a vida quando são ou estão do jeito que queremos. Por exemplo: quando o cônjuge nos trata muito bem, quando os filhos se comportam e fazem coisas que nos causam orgulho, quando os sogros ficam do nosso lado,quando os colegas de trabalho nos ajudam, quando a vida está em tudo sorrindo para nós, inclusive a arrumação da nossa casa.
Eu amo um amigo (a) !
Se apaixonar já é uma coisa difícil por natureza. Exige coragem! Pra se declarar, correr atrás e mostrar para o outro que está a fim. E tem mais um problema: Quando gostamos de alguém temos a tendência de achar que a pessoa está dando mole pra gente. Qualquer sorriso ou piscadinha parece um sinal ou algo diferente.
Agora, imagina se a pessoa que você está a fim é seu melhor amigo (a)!!!
Complicado. Com amigo é mais fácil ainda confundir as coisas. A não ser que a gente pergunte, nunca saberemos se aquele carinho ou atenção especial é coisa de paixão ou de amizade. Mas esse é só o lado ruim.
O lado bom é, justamente, a história que já existe entre vocês. Ninguém é amigo à toa, mas sim porque existem interesses e objetivos parecidos, confiança e gostos similares. Poucas pessoas são tão indicadas quanto os amigos (as) pra se tornarem nossos namorados (as).
Mas o negócio é delicado porque, se o interesse não for de ambas as partes, há grandes chances de não rolar nada e, pior, a amizade acabar. Deve ser por isso que é tão difícil gostar de um amigo (a).
Agora, verdade seja dita: quando a gente está mesmo a fim de alguém somos capazes de qualquer coisa, até mesmo de abrir mão de uma boa amizade. Mesmo porque, ficar ouvindo lástimas de outro amor do nosso amor não é saudável.
Quer saber? Se joga! Vai ficar aí sofrendo, guardando sentimento bom só pra você? Quem sabe a outra pessoa não está apenas esperando uma abertura sua? O “não” é uma resposta que sempre estará garantida. A gente sempre tem que arriscar pra tentar ouvir o “sim”.
Se você decidiu começar e não sabe por onde, a gente dá a dica: Em vez de olhar no olho, olhe pra boca da pessoa enquanto ela fala. Sempre que rolar uma oportunidade, dê uma encostada, um abraço, um carinho. Quando puder, chame o amigo (a) pra sair. Só vocês dois. Mas vá devagar. Aproveite a paquera. Se não der certo, pelo menos, você se divertiu e treinou o flerte.

